sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

* Ligação Química

Ligação covalente Este tipo de ligação acontece quando as atrações entre os núcleos e os eletrões situados na
região entre os núcleos, favorecem a aproximação dos núcleos, apesar da
repulsão existente entre ambos.
Ligação covalente ou molecular é aquela onde os átomos possuem a tendência de compartilhar
os eletrões de sua camada de valência, ou seja, de sua camada mais instável. Neste tipo de
ligação não há a formação de iões, pois as estruturas formadas são eletronicamente neutras.



Simples ligação é uma ligação covalente entre dois átomos (A - B).
Ligação dupla são duas ligações covalentes entre dois átomos (A = B).
Ligação tripla são três ligações covalentes entre dois átomos.
Ligação covalente polar é aquela que constitui um dipolo elétrico. Forma-se quando as
eletronegatividades dos elementos ligados são diferentes.
Ligação covalente apolar é aquela que não constitui dipolo elétrico. Neste caso, as
eletronegatividades dos átomos ligados são iguais.


Ligação iónica
Na ligação iónica há a formação de iões devido a transferência de eletrões de um átomo para o
outro. Normalmente, nesta ligação, existe um elemento que tende a ceder eletrões (metal -
catião), e outro que tende a receber eletrões (não metal - anião).
  A ligação iónica é a única em que ocorre a transferência de eletrões.
Exemplo. As camadas eletrónicas do Sódio e do Cloro ficam do seguinte modo:
11Na – 2- 8- 1
17Cl – 2- 8- 7

O sódio possui 1 eletrão na última camada, basta perder este eletrão para que ele fique
estável com 8 eletrões na 2ª camada.
O cloro possui 7 eletrões na sua última camada, só precisa de receber 1 eletrão para ficar
estável.
 O sódio quer dar 1 eletrão e o cloro quer receber 1 eletrão . Eles
aproximam-se e o sódio doa o eletrão que está em excesso e o cloro recebe-o. A ligação está representada na figura seguinte:




Ligação metálica

 Ligação metálica é a atração entre iões positivos e eletrões livres.


Tipos de geometria


Linear:

Angular:




Trigonal plana ou triangular: .




Piramidal:



Tetraédrica:









 


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

* Polaridade das moléculas


Quando as moléculas são constituídas por dois átomos diferentes (um positivo e um negativo) dizem-se moléculas polares.
 
 
 
 
Quando as moléculas são constituídas por dois átomos iguais (dois positivos ou dois negativos) dizem-se moléculas apolares.
 
 

 


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

* Estanho




O Estanho, metal  conhecido desde as primeiras das civilizações, é um elemento químico (um semimetal) do grupo 14 e do período 5. É sólido, muito resistente à corrosão e apresenta coloração branco-metálica com brilho característico. O seu símbolo químico é Sn.

Como todos os metais, é maleável, porém, pouco dúctil – é difícil ser disposto em forma de tubos maciços. A sua massa atómica relativa é 118,7, e  o seu número atómico é 50. É um bom condutor de eletricidade e de calor.

O Estanho é bastante resistente aos meios corrosivos naturais (como o ar ou a água do mar).

É o metal mais fácil de fundir, pois a sua temperatura de fusão é relativamente baixa em comparação com os outros metais: 232°C.

Abundância



O Estanho é produzido por 35 países no mundo em mais de 200.000 toneladas por ano, mas é relativamente escasso.

Os maiores produtores de estanho são a Malásia, Indonésia e Tailândia (os dois últimos correspondem a mais de um terço da produção mundial).

O Estanho obtido é, quase na sua totalidade, originário do minério cassiterita (SnO2) através da redução por Carbono, segundo a equação:

SnO2 + 2C -> 2CO + Sn



Aplicações do Estanho

  • Galvanoplastia;
  • Componente de ligas metálicas;
  • Solda macia (Estanho e Chumbo);
  • Sais para a fabrico de espelhos, papel e remédios;
  • Fabrico de molas;
  • Produção de lâminas finas para acondicionamento de vários produtos (como chocolate e maços de cigarros);
  • Artigos decorativos.

Fontes:
http://nautilus.fis.uc.pt/st2.5/scenes-p/elem/e05000.html
http://www.tabela.oxigenio.com/outros_metais/elemento_quimico_estanho.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estanho

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

* Tabela Periódica


Tabela Periódica

Conhecem-se 118 elementos dos quais:
•90 são naturais
•28 são artificiais.
Os elementos estão dispostos por ordem crescente do seu número atómico.



 

 
Grupos e Períodos:

•Às colunas chamamos Grupos.
•Às linhas chamamos Períodos.

Grupos:




Existem 18 grupos na T.P. numerados de 1 a 18 e onde:
Os elementos dos grupos 1, 2, 13 a 18 são chamados elementos representativos.
Os elementos dos grupos 3 a 12 são chamados elementos de transição



Períodos:




Existem 7 períodos na T.P.:
O 1º só tem 2 elementos;
O 2º e 3º têm 8 elementos;
O 4º, 5º, 6º e 7º têm 32 elementos.

Famílias:




 
Na parte inferior da T.P. estão os elementos que constituem as famílias dos lantanídeos e dos actinídeos.
 
 
Metais, não-metais e semimetais:


 









domingo, 24 de novembro de 2013

* Iões


A tendência de qualquer átomo é ficar com o último nível de energia totalmente preenchido, ou seja, 2 eletrões (se for o 1ºnível de energia) ou 8 eletrões (nos restantes níveis).

Quando não tem o último nível totalmente preenchido pode ou ganhar ou perder, no máximo 3 eletrões. Ao fazer-se isto formam-se iões (partículas com carga elétrica que derivam de um átomo ou de um conjunto de átomos). 
 
Ex:

* Distribuição eletrónica


Distribuição dos eletrões por camadas ou níveis de energia (n).
Começa-se a distribuição pelo nível de energia mais baixo (n=1) e assim sucessivamente.
Nº máximo de eletrões por nível de energia:  2n2

No último nível, qualquer que ele seja (exceto o primeiro, que apenas pode ter 2), o número máximo de eletrões é 8. O eletrões do último nível de energia chamam-se eletrões de valência.
 




segunda-feira, 18 de novembro de 2013

* Massa Atómica Relativa


A massa é uma propriedade geral da matéria.
Os átomos que constituem a matéria têm massa. Mas, como são muito pequenos, a sua massa é muitíssimo pequena.
Ex: A massa de um átomo do oxigénio mais abundante na natureza é:
0,000 000 000 000 000 000 000 026 56g.

O químicos, para exprimirem a massa dos átomos, comparam-na com um padrão adequado. O padrão é a massa do átomo mais leve de hidrogénio (hidrogénio - 1) ao qual atribuíram um valor unitário.
A massa atómica relativa representa-se pelas letras Ar.

Não é um nº inteiro porque é uma média ponderada que tem em conta a massa dos vários isótopos naturais e a sua abundância na natureza:

Ar=(massa do isótopo1 * a sua abundância + massa do isótopo2 * a sua abundância) /100





domingo, 17 de novembro de 2013

* Isótopos


Isótopos são átomos com o mesmo nº atómico (mesmo nº de protões), mas

com o nº de massa (A) diferente (ou seja, com diferente nº de neutrões). 

 Estão representados na figura três isótopos de hidrogénio:



[Hydrogen_Deuterium_Tritium_Nuclei_Schmatic-de.svg.png]


Legenda:

-p = protões (carga positiva);
-n = neutrões (carga neutra);
-e = eletrões (carga negativa);

sábado, 16 de novembro de 2013

* Átomos

 

Os átomos podem ser identificados pelo número atómico (Z) e pelo número de massa (A).

Ao número de protões existentes no núcleo dos átomos e dos iões de um elemento chama-se número atómico. Representa-se pela letra (Z) e caracteriza o elemento químico.

Todos os átomos e iões do mesmo elemento têm igual número atómico.

Ao número total de partículas existentes no núcleo dos átomos e iões monoatómicos, soma de protões e neutrões, chama-se número de massa (A).

Chama-se nuclido à representação de qualquer átomo:

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

- Modelos Atómicos

Modelos Atómicos


O átomo  é a menor partícula capaz de identificar um elemento químico e participar de uma reação química.
O estudo do átomo iniciou se na Grécia antiga com o filósofo Leucipo e seu discípulo Demócrito: para eles, o átomo era o menor componente de toda a matéria existente. Sendo, então, impossível dividi-lo em partes menores.
Ao longo dos tempos, foram surgindo diferentes modelos para explicar a forma e constituição de um átomo. À medida que a ciência progride, também progride a visão que o Homem tem do átomo, surgindo novos modelos que tentam explicar a sua constituição.
 
Modelo Atómico de Dalton
 
 
   John Dalton, no séc. XIX (a partir de 1803), retomou a ideia dos átomos como constituintes básicos da matéria. Para ele os átomos seriam partículas pequenas, indivisíveis e indestrutíveis. Cada elemento químico seria constituído por um tipo de átomos iguais entre si. Quando combinados, os átomos dos vários elementos formariam compostos novos.
Assim, na sequência dos seus trabalhos, concluiu que:
  • Os átomos que pertencem a elementos químicos diferentes, apresentam massas diferentes, assim como propriedades químicas diferentes.
  • Os compostos são associações de átomos de elementos químicos diferentes.
  • As reações químicas podem ser explicadas com base no rearranjo dos átomos, de acordo com a lei de Lavoisier.
 







Modelo Atómico de Thomson

Um cientista de nome Joseph Thomson realizou, no final do século XIX, uma série de experiências para tirar novas conclusões sobre a constituição de um átomo.



 
Joseph Thomson (1856 - 1940)
 
 
 
Thomson concluiu que o átomo não era apenas uma esfera indivisível como tinha dito Dalton. Esta esfera tinha carga positiva e no seu interior existiam partículas com carga elétrica negativa, a que se dá o nome de eletrões.


Modelo Atómico de Thomson
 
 
 
 
Modelo Atómico de Rutherford
 
Rutherford demonstrou que a maior parte do átomo era espaço vazio, estando a carga positiva localizada no núcleo (ponto central do átomo), tendo este a maior parte da massa do átomo. Os eletrões estariam a girar em torno do núcleo.
Rutherford também descobriu a existência dos protões, as partículas com carga positiva que se encontram no núcleo.
Este Modelo não explicava porque é que os eletrões não caem no núcleo, devido à atração que apresentam pelas cargas positivas aí existentes.
 






Modelo Atómico de Bohr

Niels Bohr, um cientista dinamarquês que já tinha trabalhado com Ernest Rutherford, completou em 1913, o Modelo Atómico de Rutherford.


Niels Bohr (1885 - 1962)

Bohr concluiu que:

- os eletrões se movem em torno do núcleo com órbitas circulares;

- a cada órbita corresponde uma determinada energia;

- os eletrões com mais energia movem-se em órbitas mais afastadas do núcleo.


Modelo Atómico de Bohr
 
 
 
Modelo da Nuvem Eletrónica
O modelo atómico tido como o mais correto, com base nos conhecimentos que hoje temos, é o Modelo da Nuvem Eletrónica.
 
Este modelo diz que:
- a zona central do átomo, a que se dá o nome de núcleo, é constituída por protões (partículas com carga positiva) e neutrões (partículas com carga neutra);
- à volta do núcleo do átomo giram os eletrões;
- os eletrões não têm órbitas bem definidas, possuem antes movimentos aleatórios em torno do núcleo do átomo;
- na nuvem eletrónica, há eletrões que se encontram preferencialmente mais próximos do núcleo e outros que se encontram preferencialmente mais afastados;
- o núcleo é muito pequeno quando comparado com o tamanho da nuvem eletrónica. É possível por isso concluir que a maior parte do átomo é espaço vazio.
 



 

 


sábado, 8 de junho de 2013

* Luz


Ondas Luminosas:

As ondas luminosas são ondas transversais, o que significa que a direção da perturbação é perpendicular à direção da propagação. São ondas eletromagnéticas e não mecânicas. ou seja, podem propagar-se no vazio pois não necessitam de um meio de propagação. Estas ondas "viajam" a cerca de 300000 km/s no vazio e no ar.

Corpos luminosos e corpos iluminados:

 Os corpos luminosos têm luz própria, e são por isso fontes luminosas. Dentro das fontes luminosas podem classificar:

- Fontes luminosas naturais - como o sol

 
 
- Fontes luminosas artificiais - como lâmpadas ou lanternas
     

Os corpos iluminados são corpos sem luz própria que refletem a luz emitida pelas fontes luminosas (corpos luminosos), como por exemplo a lua.
 
 
Propagação da luz:

A luz propaga-se em linha reta e radialmente em todas as direções num meio em que a sua velocidade de propagação seja constante.

Ao propagar-se a luz pode atravessar materiais translúcidos e transparentes, mas não consegue atravessar materiais opacos.

                           

Como a luz se propaga em linha reta, sempre que existe um material opaco surge uma zona de sombra, que é a zona que a luz não consegue iluminar, então o observador encontra-se na sombra.


Classificação dos feixes luminosos quanto ao modo de propagação:

Triângulo de visão:



Reflexão da luz:

A reflexão da luz é o fenómeno que acontece quando um raio de luz incide numa superfície e é reenviado, ou seja, refletido. Existem dois tipos de reflexão:
 
- Reflexão regular - acontece quando os raios luminosos incidem numa superfície polida, os raios são refletidos na mesma linha em que incidiram e é possível observar-se o reflexo. O exemplo de algumas superfícies polidas são um espelho ou um lago em que a água esteja lisa.


 
 
 
 

- Reflexão difusa ou difusão - acontece quando a superfície em que o raio incide é rugosa e por isso reflete os raios numa linha diferente e já não é possível observar-se um reflexo.


Leis da reflexão da luz:

Quando a luz se reflete:

- o raio incidente, o raio refletido e a normal estão no mesmo plano;

- os ângulos de incidência e reflexão têm a mesma amplitude.





Refração da luz:

 
 Quando a luz passa de um meio óptico para outro, onde a velocidade de propagação é diferente acontece a refração. Normalmente, ao refratar-se a luz muda de direção:
- Quando a velocidade no segundo meio é inferior à velocidade do primeiro, o raio refratado aproxima-se da normal, caso contrário, afasta-se.
- Quando o ângulo de incidência é de 0º, ou seja, quando o raio incide perpendicularmente, não há mudança de direção.


Nesta imagem o segundo meio tem uma menor velocidade que o primeiro, por isso o raio aproxima-se da normal.



Refração total:

Ocorre quando a luz, vinda do maio mais denso, incide na superfície de separação dos dois meios com um ângulo superior ao ângulo crítico. Quando acontece a refração total, a luz acaba por ser refletida.

- Ângulo crítico - é o ângulo de incidência que corresponde ao ângulo de refração de 90º.

 Espelhos Planos:

A imagem fornecida pelos espelhos planos é:
  • virtual, pois parece que existe atrás do espelho, quando na realidade nada lá está;
  • direita e do mesmo tamanho do objeto;
  • simétrica do objeto em relação ao espelho, pois a imagem e o objeto estão um para o outro como a mão direita está para a mão esquerda;
  • forma-se á mesma distância do espelho que o objeto.

Um espelho plano fornece uma só imagem de cada objeto.

Dois espelhos planos, fazendo, entre si, um determinado ângulo, fornecem simultaneamente várias imagens do mesmo objeto.

O número de imagens depende do ângulo entre os espelhos: quanto menor for o ângulo, maior é o número de imagens.






 Espelhos esféricos:

Os espelhos esféricos podem ser côncavos ou convexos.

  • Côncavos-a superfície polida é a superfície interior de uma esfera.

  •  Convexos-a superfície polida é a superfície exterior da esfera.


 Nos espelhos côncavos os raios incidentes paralelos ao eixo principal quando são refletidos, convergem para um ponto que se designa foco principal do espelho. Este é um foco real, porque pode ser projetado num alvo. Forma-se na intersecção dos raios refletidos, á frente do espelho.

Nos espelhos convexos, os raios incidentes paralelos ao eixo principal, quando são refletidos divergem. Os prolongamentos dos raios refletidos encontram-se num ponto, o foco principal do espelho. Este é um foco virtual, porque não pode ser projetado. Forma-se no prolongamento dos raios refletidos, para trás do espelho.





 lentes-conv-div.jpg


 Olho:


Os nossos olhos são detetores de luz que funcionam como a câmara escura de uma máquina fotográfica. A luz que provém dos objetos atravessa a córnea, passa através de um orifício - a pupila - e chega ao cristalino, que é uma lente. O cristalino muda o trajeto da luz, produzindo na retina, que contém células visíveis á luz, uma imagem invertida e mais pequena. As ramificações do nervo óptico que chegam á retina enviam sinais ao cérebro, que interpreta a imagem, permitindo-nos ver os objetos como realmente são.
 
 
funcionamento-olho-8b.jpg
 
 
Defeitos de visão:
 
defeitos-visao2-8b.jpg
 
 
 
A Miopia- a imagem dos objetos distantes é focada à frente da retina e não sobre ela. A miopia é consequência de um globo ocular demasiado longo ou de um cristalino demasiado convergente.
 
A Hipermetropia- a focagem da imagem dos objetos é feita atrás da retina, devido a uma deficiência no globo ocular ou devido a um cristalino pouco convergente.
 
O Astigmatismo- a córnea tem uma curvatura irregular, originando uma focagem deficiente.
 
Dispersão da luz: 
 
Quando a luz solar (luz branca) incide numa das faces de um prisma, a luz refrata-se, sofrendo uma decomposição nas sete cores do arco-íris (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil, violeta). Esta decomposição acontece porque cada uma das cores viaja a velocidades diferentes e por isso separam-se umas das outras.
 
 
 
 
Arco-íris O arco-íris forma-se quando está a chover e a fazer sol ao mesmo tempo. É um exemplo da dispersão da luz em que as gotas funcionam como um prisma. Na formação do arco-íris cada gota de água reflete uma cor diferente. Para observar o arco-íris temos de nos colocar de costas voltadas para o Sol.

 
 
 
Luz e cor:
 
 
Cores primárias e secundárias da luz

As cores primárias da luz são o verde, o vermelho e o azul, que juntas formam a luz branca, tal como as cores secundárias: amarelo, azul ciano e magenta.

 
Cor dos objetos

 A cor dos objetos resulta da luz que eles reenviam (reflexão difusa) para os nossos olhos, a qual depende:

- da sua composição química;
 
- da cor da luz com que o objeto é iluminado.

A cor que vemos resulta assim da absorção e da radiação incidente.

Quando iluminados com luz branca:
  • O objeto é preto se absorver todas as cores que nele incidem.
  • O objeto é branco se não absorver nenhuma cor, a luz é refletida na totalidade. 
  • O objeto é vermelho se absorver o azul e o verde e refletir o vermelho.
Quando o objeto não é de uma cor primária:
  •  - O objeto é amarelo quando absorve o azul e reflete o vermelho e verde.
Quando a luz não é branca:
  • Se um objeto for iluminado com luz da sua cor, apresenta a sua cor
  • Se for iluminado com uma das cores que constituem a sua cor, apresenta essa cor. Por exemplo, um objeto amarelo iluminado com luz vermelha fica verde.
  • Se for iluminado com luz de uma cor que este absorva, fica preto.
 
 
Espectro eletromagnético: